Empreendedorismo brasileiro não pode ficar refém de ‘sabores políticos’

O empreendedorismo está no código genético do brasileiro e o Brasil está, sim, ‘na pista’, para se consolidar no mercado de Inovação, mas é preciso que se dê o protagonismo à iniciativa privada e se descole das ações do Governo, adverte o CEO da aceleradora OBr.global e vice-presidente de Relações Internacionais da Assespro, Robert Janssen.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, com organização da Assespro Paraná, Janssen deixa claro que o momento é o de ‘calibrar’ as relações no Brasil. “Temos que dissociar o empreendedorismo do governo, que tem de ser um coadjuvante nesse processo. Também temos que aproximar a Academia da iniciativa privada. Essa distância não pode mais ficar eterna”, observa.

Para o especialista- que mora nos Estados Unidos – o Brasil está finalizando a sua primeira onda de empreendedorismo, que é a de copiar algo que já aconteceu em países desenvolvidos. “Temos que partir para colocar o tempero nacional e depois fazer o nosso código genético para o mundo. Tenho convicção que Brasil está no topo dos países prontos para liderar a Inovação”.

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